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20.03.2017

Resenha: As Mil Noites

Olá, gente bonita!

Trouxe uma resenha hoje do livro que recebi na caixinha do Turista Literário do mês de setembro e foi para a lista de leituras favoritas do semestre passado, não só pela experiência que o livro me trouxe, mas também pela playlist maravilhosa que as meninas do TL prepararam e também pelos incensos com o aroma do palácio de Lo-Melkhiin que colaboraram para uma leitura fabulosa e super ambientalizada. <3

 


 

Sinopse: Clássico da literatura universal, as histórias de As mil e uma noites estão no imaginário de todos — do Oriente ao Ocidente. É impossível que alguém nunca tenha ouvido falar sobre Ali Babá e seus quarenta ladrões, ou sobre Aladim e o gênio da lâmpada. Ou sobre Sherazade, a mulher sagaz e inteligente que se casou com um homem cruel, e, por mil e uma noites, driblou a morte narrando contos de amor e ódio, medo e paixão, capazes de dobrar até mesmo um rei. Em As mil noites, a história se repete, mas com algumas diferenças…

Quando Lo-Melkhiin chega àquela aldeia — após ter matado trezentas noivas —, a garota sabe que o rei desejará desposar a menina mais bela: sua irmã. Desesperada para salvar a irmã da morte certa, ela faz de tudo para ser levada para o palácio em seu lugar. A corte de Lo-Melkhiin é um local perigoso e cheio de beleza: intricadas estátuas com olhos assombrados habitam os jardins e fios da mais fina seda são usados para tecer vestidos elegantes. Mas a morte está à espreita, e ela olha para tudo como se fosse a última vez. Porém, uma estranha magia parece fluir entre a garota e o rei, e noite após noite Lo-Melkhiin vai até seu quarto para ouvir suas histórias; e dia após dia, ela continua viva.

Encontrando poder nas histórias que conta todas as noites, suas palavras parecem ganhar vida própria. Coisas pequenas, a princípio: um vestido de seu lar, uma visão de sua irmã. Logo, ela sonha com uma magia muito mais terrível, poderosa o suficiente para salvar um rei…

 


 

Resenha:       Pode conter leves spoilers!

As Mil Noites é uma adaptação do famoso conto As Mil e Uma Noites.

Essa versão, que pode ser classificada como uma fábula, é narrada por uma adolescente que acaba se oferecendo para ser levada ao qsar de Lo-Melkhiin – o rei que matava todas as suas noivas -, para não perder sua irmã.

Na história original, Sherazade consegue se manter viva por contar histórias, já em As Mil Noites, existe um poder que permite a nossa narradora se manter viva através das histórias contadas.

Algo fantasioso e mágico, e pela cultura da sua aldeia, esse poder deriva de orações feitas aos deuses menores. Ao se oferecer para ir em lugar da sua irmã, a protagonista se torna um símbolo de coragem para a sua aldeia que começa a orar para ela e considerá-la uma deusa menor, é o poder gerado dessas orações que mantém a esposa do Lo-Melkhiin viva.

Somos de imediato apresentados a algumas peculiaridades do livro e cultura totalmente diferente do que estamos acostumados quando o assunto é literatura estrangeira.

Nenhum personagem nessa história possui nome próprio, exceto o rei Lo-Melkhiin. A personagem principal sempre será chamada pelos outros pelo seu grau de parentesco ou hierarquia, “irmã”, “filha”, “sua graça”.

Os bisavós são sempre identificados como “o pai do pai de nosso pai” ou “a mãe da mãe de nossa mãe”.

A marcação de tempo na história também é algo bem característico. Os anos são marcados pelos verões. “Quando completamos dezessete verões fui levada pelo Lo-Melkhiin”, “Foi no quarto verão”…

Também existem no livro algumas palavras estrangeiras, mas que não atrapalham em nada o entendimento dos fatos ocorridos.

Percebi que a premissa desse livro é bem parecida com A Fúria e A Aurora que também é uma adaptação do conto As Mil e Uma Noites. Não li A Fúria e A Aurora ainda, mas assisti algumas resenhas e comparando as resenhas do livro que não li com As Mil Noites, acho que As Mil Noites possui uma história mais racional na relação rei-que-mata-todas e esposa, enquanto A Fúria e A Aurora é algo mais romantizado.

 

 

Nome do Livro: As Mil Noites

Título Original: A Thousand Nights

Autora: E. K. Johnston

Editora: Intrínseca

Número de Páginas: 318

Skoob: Adicione

Onde comprar: Lojas Americanas | Saraiva | Submarino

 


 Avaliação: 

Quotes:

“O deserto cria pessoas fortes.” “Eu tenho medo. Tanto quanto tenho medo do sol do deserto e das cobras venenosas. Fazem parte da minha vida. Mas o sol dá a luz, e as cobras podem alimentar uma caravana se forem apanhadas e cozidas.” “O pai do pai de nosso pai ficou surpreso. Ele não esperava uma resposta do camelo. Mas sabia que surpresa não era motivo para ser indelicado, então continuou conversando com o camelo como faria com os velhos que jogavam gamão na sombra.” “Fique em silêncio e eles nunca saberão o que se passa em seu coração.”

Escrito por:
Sarah Nascimento
Estudante de farmácia, cheia de hobbies, entre eles a leitura. Em 2015 o S de Sarah nasceu. Um espaço para compartilhar várias das minhas paixões.

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16.03.2017

O Ressoar da Sabedoria

A sabedoria é uma das maiores preciosidades que se pode ter e compartilhar. Seu valor inestimável nos ensina grandiosas virtudes e práticas necessárias para um bom viver, principalmente, durante momentos demasiados complicados. Vivemos em um mundo onde situações como essa estão cada dia mais presentes e com isso tendemos a nos deixar levar, ou então,  nos afogamos em vazios cada vez maiores.

Quando Salomão se debruça a falar sobre a sabedoria ele simplesmente faz questão de descrever o que Deus realmente quer que vivamos: na essência da palavra. No capítulo 2 de Provérbios há algo impressionante e incrível, pois, descobrimos a importância do ouvir e se atentar a voz do Criador e por que devemos tornar isso algo diário? Se você respondeu para não cair em tentação, está correto, mas não há somente isso, um dos motivos de se atentar a obedecer e manter os olhos espirituais bem abertos, é simplesmente enxergamos com os olhos da fé, ou seja, sair da esfera humana, sair do muro das lamentações e saber lidar com as dificuldades pois elas existem em todo momento. Devemos temer a Deus, não obedecer por medo, mas por amor. É acima de tudo busca-lo de todo coração, guardando suas palavras e praticando-as, ao fazermos isso estamos inclinando nosso eu para luz da sabedoria e do discernimento que instrui e nos afasta da hipocrisia que a religiosidade pode trazer.

Temer a Deus é amá-lo de forma sublime e agradável, simplesmente pelo que Jesus é em viva essência. Certamente erramos e erramos sempre, todos os dias, despimos de nossas vestes alvas e nos fartamos com as facilidades que o mundo nos apresenta, afinal de contas, a porta é extremamente larga, mas seu final é um vazio pois nela não há Deus e sim escuridão que ludibria e engana a muitos. Por isso e dentre tantos outros motivos, precisamos da misericórdia do Pai Celestial, que nos disciplina com amor e nos fala sobre a importância de sermos virtuosos, sábios e sobretudo amar as pessoas espalhando luz por onde quer que se vá.

A sabedoria é uma das maiores preciosidades que se pode ter e compartilhar. Seu valor inestimável nos ensina grandiosas virtudes e práticas necessárias para um bom viver, principalmente, durante momentos demasiados complicados. Vivemos em um mundo onde situações como essa estão cada dia mais presentes e com isso tendemos a nos deixar levar, ou então,  nos afogamos em vazios cada vez maiores.

Quando Salomão se debruça a falar sobre a sabedoria ele simplesmente faz questão de descrever o que Deus realmente quer que vivamos: na essência da palavra. No capítulo 2 de Provérbios há algo impressionante e incrível, pois, descobrimos a importância do ouvir e se atentar a voz do Criador e por que devemos tornar isso algo diário? Se você respondeu para não cair em tentação, está correto, mas não há somente isso, um dos motivos de se atentar a obedecer e manter os olhos espirituais bem abertos, é simplesmente enxergamos com os olhos da fé, ou seja, sair da esfera humana, sair do muro das lamentações e saber lidar com as dificuldades pois elas existem em todo momento. Devemos temer a Deus, não obedecer por medo, mas por amor. É acima de tudo busca-lo de todo coração, guardando suas palavras e praticando-as, ao fazermos isso estamos inclinando nosso eu para luz da sabedoria e do discernimento que instrui e nos afasta da hipocrisia que a religiosidade pode trazer.

Temer a Deus é amá-lo de forma sublime e agradável, simplesmente pelo que Jesus é em viva essência. Certamente erramos e erramos sempre, todos os dias, despimos de nossas vestes alvas e nos fartamos com as facilidades que o mundo nos apresenta, afinal de contas, a porta é extremamente larga, mas seu final é um vazio pois nela não há Deus e sim escuridão que ludibria e engana a muitos. Por isso e dentre tantos outros motivos, precisamos da misericórdia do Pai Celestial, que nos disciplina com amor e nos fala sobre a importância de sermos virtuosos, sábios e sobretudo amar as pessoas espalhando luz por onde quer que se vá.

RESSOAR SABEDORIA é ecoar a verdade, Jesus Cristo, é amplificar  a nossa voz  com uma frequência do Reino,é saber lidar com as circunstâncias de maneira sábia, é aprender a ouvir o que Deus quer de nós e não o que nós queremos de Deus, pois Ele é perfeito e completo e somente a Tua GRAÇA e MISERICÓRDIA nos basta.

Aproveite o dia com sabedoria !! Abraços de luz!


Escrito por:
Ariadne Nascimento

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13.03.2017

Auggie & Eu

Olá, gente bonita!

A resenha dessa segunda não é bem uma resenha. Vamos falar de um livro que todas as pessoas deveriam ler, independente da idade.

Auggie & Eu reúne três contos de personagens totalmente diferentes, mas que apareceram rapidamente na vida do Auggie em Extraordinário (resenha aqui). Os poucos pontos que convergem entre essas histórias, é que elas tratam sobre diferenças, empatia e amizade.

Todos os contos trazem lições muito importantes para a vida em sociedade e são histórias MUITO emocionantes.

 

 

Nome do Livro: Auggie & Eu
Título Original: Auggie & Me
Autor: R. J. Palacio
Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 326
Gênero: Infanto-juvenil
Skoob: Adicione
Onde comprar: Livraria Cultura | Submarino | Lojas Americanas

 

 

No primeiro capítulo, acompanhamos a história da criança “responsável” por iniciar o bullying com Auggie e dar início ao Jogo da Praga, descobrimos as causas dessas atitudes e como ele superou e aprendeu a lidar com as diferenças.

Narra também uma emocionante história que aconteceu com a avó de Julian durante o período nazista.

Palavras-chave do conto: recomeço e gratidão

“— Você acha que ele vai me perdoar?

Ela pensou um pouco.

— Isso é com ele — respondeu. — No fim, mon cher, tudo o que importa é que você se perdoe. Você está aprendendo com seu erro. Como eu aprendi com Tourteau.”

 

 

Plutão é o apelido do Christopher, o primeiro e melhor amigo de August Pullman.

Nesse conto são reveladas as razões pelas quais o Chris e o Auggie deram um tempo na amizade, e mostra como ele se sentia em relação à aparência do amigo quando estavam só os dois, ou quando estavam em lugares públicos.

Quando o Chris se vê pressionado pelos novos amigos do colégio por causa da fisionomia de Auggie, grandes decisões precisarão ser tomadas.

Palavras-chave: superação e reconciliação

“E, quando amigos precisam de nós, fazemos o que podemos para ajudar, certo? Não podemos ser amigos só quando é conveniente para a gente. Boas amizades valem um esforcinho a mais!”

 

 

A história de Charlotte começa diferente das duas anteriores. Aparentemente, ela não tem nenhum preconceito ou medo da desaprovação dos outros.

Ao decorrer do conto, percebemos que Charlotte não fala exageradamente do Auggie porque sabe lidar com as diferenças e isso tem a ver com um “mistério” relacionado a alguém que conheceu ainda no jardim de infância e com a educação que seus pais lhe deram, diferente de Julian, e isso fica bastante explícito nos dois capítulos.

Esse conto ainda inclui duas outras personagens que aparecem em Extraordinário, a Summer e a Ximena (que por sua vez, tem algo para revelar a suas novas amigas).

Palavras-chave: respeito e adaptação

“‘— Só para você saber — começou ele —, ser legal é o primeiro passo para ser gentil. É um belo começo. Estou extremamente orgulhoso de você, Charlotte.’

Talvez ele soubesse disso, talvez não, mas, para alguém como eu, palavras como essas valem todas as medalhas do mundo.”

 


Escrito por:
Sarah Nascimento
Estudante de farmácia, cheia de hobbies, entre eles a leitura. Em 2015 o S de Sarah nasceu. Um espaço para compartilhar várias das minhas paixões.

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