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29.12.2016

Resenha: A Busca

Olá, gente bonita!

Finalmente eu trouxe para vocês a resenha de um livro que recebi há algum tempo da editora Bvbooks.

Sinopse: Um único telefonema lançou a jovem Emma Seeger, de 23 anos, em uma longa jornada que se tornou mais perigosa e cheia de consequências do que ela poderia imaginar. Sua madrasta, Katya, a mulher que evangelizou seu pai, casou-se com ele, e o levou para Israel, liga para informar que Daniel foi sequestrado. Após os recentes esforços para encontrá-lo fracassarem, Emma embarca numa busca repleta de aventura, frustração e perigo em companhia de sua madrasta, cuja fé lhe causa repulsa e ao mesmo tempo intriga. Suas incompatíveis personalidades e convicções podem pôr em risco o sucesso do seu objetivo em comum: encontrar Daniel e trazê- -lo em segurança para casa. Como, mesmo com Daniel desaparecido, Katya continua lendo a Bíblia? Existe veracidade nos fatos narrados pela Bíblia? Katya mostra onde aconteceram diversas situações narradas na Bíblia, apontando para Emma o quão fiel a Palavra de Deus é. Com aventura e emoção do início ao fim, enredo envolvente, e relatos jornalísticos sobre acontecimentos. O livro é indicado tanto para cristãos antigos na fé, como novos convertidos e não cristãos.  

Nome do Livro:  A Busca       Título Original:  The Quest

Autor:  Sean  McDowell e Bob Hostetler     Editora:  Bvbooks

Número de Páginas: 323       Gênero: Ficção cristã / Suspense         Skoob: Adicione

Onde comprar:  Saraiva | Submarino | Americanas

 

Resenha: A Busca narra a história de Emma, uma jovem de 23 anos que mora nos Estados Unidos, e viaja até Israel para tentar encontrar seu pai que foi sequestrado. Entre tantos conflitos religiosos que ocorrem entre Israel e Palestina, Emma ainda deve aprender a lidar com a sua madrasta, uma mulher cristã, que foi responsável por evangelizar seu pai e levá-lo até aquele lugar.

Do meio do livro em diante, é possível perceber a intolerância religiosa disfarçada por parte da personagem principal, e temos a abordagem de outros assuntos como depressão, estrupo, sequestro e assassinato, além de nos possibilitar uma experiência de imersão em uma cultura bem diferente, já que a maioria dos livros se passam na Inglaterra e Estados Unidos.

Achei no livro, um material bem rico para estudo, principalmente para cristãos, porque contém muitas referências bíblicas já que o cenário principal é Israel. Também encontramos diversas referências a livros conhecidos em todo o mundo e a autores como Stephen King. Gosto disso, porque mostra que os autores estudaram bastarem e tiveram muito cuidado ao escrever cada parte do livro.

Um ponto interessante que achei, comparando com outro livro/filme cristão que bombou, é que em Deus Não Está Morto 1 — ainda não assisti o 2 completo — é relativamente fácil, convencer o outro de que Deus existe, e em A Busca, encaramos isso de um modo mais realista.

O livro tem esse suspense que prende a atenção do leitor e só o permite parar de ler quando realmente acaba, e possui fatos científicos e reais que comprovam a existência de Cristo. Além disso, a leitura é fluida e possui várias lições que agrega a nossa vida, por exemplo demonstrar amor enquanto há tempo além de mostrar que na fraqueza, o poder de Deus se aperfeiçoa.

Apesar das folhas brancas, a diagramação possui tamanho da fonte e espaçamento agradáveis para a leitura prolongada, e conta com orações frequentes, rápidas e sinceras escritas pela Katya, madrasta da Emma. O único ponto negativo, para mim, foi a fonte usada nas orações de Katya, é uma fonte cursiva e um pouco complicada de entender.

Avaliação:  Quotes:
“Ele me ensinou a subir em árvores, andar de bicicleta, dirigir, esquiar e dançar. Ele me ensinou tudo que era importante e nunca me ensinou a acreditar em Deus. Ele dizia que era como o álcool ou drogas — intensifica a personalidade.” “Mas quanto mais aprendemos sobre os fósseis, mais nos damos conta de como o registro deles foi cruel com Darwin — na verdade, eles diminuíram a sua teoria. Diminuíram tanto, que acabaram gerando uma teoria chamada ‘equilíbrio pontuado’, que tenta reparar a descontinuidade.” “Eu fiz a mesma coisa que Jó e seus amigos fizeram. Eu fui a juíza de deus. E isso é absurdo, porque, se eu sou capaz de julgar Deus, Ele não é Deus —, eu sou!”
*esse é um post de parceria, mas as opiniões expressas aqui demonstram a minha opinião real sobre o produto*

Escrito por:
Sarah Nascimento
Estudante de farmácia, cheia de hobbies, entre eles a leitura. Em 2015 o S de Sarah nasceu. Um espaço para compartilhar várias das minhas paixões.

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  1.    Aline 29 de dezembro de 2016

    Oi Sarah, tudo bem?
    Não conhecia esse livro e me chamou a atenção ele abordar entre tantos temas a religiosidade, que é algo ainda meio tabu na literatura popular. Eu tenho uma base católica, mas não frequento a igreja, o que não me impede de acreditar em Deus e todas as coisas boas que Ele pode fazer por nós.

    Fiquei curiosa para saber como isso é tratado no livro.

    Um beijo!

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    Sarah Nascimento respondeu:

    @Aline, Concordo, Aline. Esse livro é maravilhosos, vale a pena dar uma chance.

    Beijos

    Responder